Dentista avaliando troca de sistema odontológico no computador da clínica
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Trocar de sistema odontológico costuma gerar ansiedade. Quando decidi migrar o software da minha clínica, passei noites em claro pensando se estava fazendo o certo, será que o novo sistema vai me ajudar mesmo? Terei dores de cabeça? E se perderem meus dados, como faço?

Eu já me fiz todas essas perguntas, e sei que são dúvidas presentes no dia a dia de quem pensa em atualizar a tecnologia da clínica. Pensando nisso, escrevi este artigo trazendo as 5 dúvidas mais comuns sobre trocar de sistema odontológico, com respostas baseadas em minha experiência e em orientações de órgãos sérios, como o Inep e a CVM. Compartilho também como soluções como o IZI Soft tratam cada uma dessas questões.

Quanto custa, de verdade, trocar de sistema odontológico?

O medo de custos ocultos aparece primeiro. A maioria das clínicas se preocupa não só com o valor mensal, mas também com taxas para migrar dados, treinar a equipe, manter o suporte e customizar processos.

Em minha experiência, alguns pontos precisam ser questionados ao fornecedor antes da troca:

  • Se a migração dos dados já está incluída no pacote inicial;
  • Quais recursos extras são cobrados à parte (agenda, CRM, assinatura digital, etc.);
  • Se existe taxa para cancelamento antecipado ou multa contratual;
  • Como é feita a cobrança do suporte e se ele está disponível em canais rápidos como WhatsApp;
  • Se o sistema oferece nível de segurança compatível com LGPD sem exigir upgrades pagos;
  • Transparência na política de reajuste anual de valores.

Antes de fechar contrato, peça sempre tudo por escrito e solicite uma simulação completa da sua clínica. Isso evita surpresas desagradáveis.

Um bom exemplo de clareza é o IZI Soft, que sinaliza os valores de cada plano e diferencia os recursos disponíveis, além de garantir suporte próximo sem custo extra pelo WhatsApp.

Só assine depois de entender cada detalhe do contrato.

E se minha equipe não se adaptar ao novo sistema?

Outra dúvida forte é sobre o tempo e a curva de aprendizado. A equipe sentirá dificuldade? Será que terei queda na qualidade do atendimento? Se o software promete facilitar sua rotina, ele realmente precisa ser intuitivo.

Segundo uma live realizada pelo Inep, capacitação contínua é fator-chave na adaptação a novos sistemas. Na prática, eu percebi que o segredo está em três pilares:

  • Telas simples e lógicas, que reduzem o tempo gasto em tarefas rotineiras;
  • Treinamento rápido e dinâmico, de preferência em módulos curtos por vídeo ou WhatsApp;
  • Manual de consulta rápida, sim, aquele PDF simples salva vidas quando esquecemos uma etapa.
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No IZI Soft, percebi que o suporte pelo WhatsApp foi fundamental; sempre havia alguém pronto para responder dúvidas no ato, o que acelerou o engajamento da equipe. E honestamente, ninguém gosta de manual gigante. Simples assim.

Posso perder meus dados na mudança de sistema?

Esse talvez seja o maior pavor dos profissionais: perder histórico financeiro, laudos, ou fichas dos pacientes. Eu confesso que só assinei contrato após entender cada etapa da migração de dados.

A migração de sistemas precisa ser feita em etapas, com validação em cada fase. O Manual de Migração do Inep traz até um roteiro recomendando backups, conferências e testes de integridade antes de finalizar a troca.

  • Solicite sempre uma cópia de segurança antes da migração;
  • Verifique se o novo sistema faz testes de importação antes de liberar o acesso final;
  • Confirme como funciona o processo de auditoria e validação dos dados migrados;
  • Peça um relatório para comparar as informações pré e pós-migração.

Na experiência que tive com o IZI Soft, o pessoal demonstrou cada etapa do processo e deixou claro que, se um paciente ou lançamento não aparecesse corretamente após a transferência, eles cuidariam de ajustar, sem custo extra. Essa segurança me fez dormir melhor.

A migração de sistemas na CVM mostra que o planejamento e o detalhamento são essenciais para minimizar impactos operacionais.

Se o fornecedor não garante a integridade dos seus dados, melhor repensar o contrato.

Quanto tempo leva até tudo funcionar direito?

Aqui, muitas experiências variam. Já conversei com colegas que trocaram de sistema em um fim de semana, e outros que passaram semanas ajustando detalhes.

O tempo depende do tamanho do banco de dados, da complexidade dos processos e, principalmente, da preparação prévia. A experiência da PREVIC ao anunciar a migração dos seus sistemas reforça: o segredo está no planejamento, na comunicação clara com todos os envolvidos e no treinamento da equipe.

  • Em clínicas pequenas, três a cinco dias costumam ser suficientes para adaptação total, se todos participarem das capacitações e o fornecedor fornecer suporte direto;
  • Em clínicas com equipes grandes, pode levar uma semana ou mais, especialmente para customizar processos e corrigir pequenos ajustes;
  • A agenda de migração deve ser montada junto com o fornecedor, respeitando os horários de menor movimento;
  • Testes paralelos, onde antigos e novos sistemas funcionam juntos por um curto período, ajudam muito na transição suave.

No meu caso, a equipe do IZI Soft propôs um cronograma flexível, priorizando os horários vagos entre consultas. Isso manteve o atendimento sem interrupções significativas.

Como garantir segurança e conformidade na transição?

Depois de ver reclamações sobre falhas em trocas de sistemas no setor de saúde, comecei a prestar atenção em três pontos:

  • Cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) na migração das informações;
  • Criptografia ponta a ponta para dados sensíveis antes, durante e após a migração;
  • Confirmação de funcionalidades extras como autenticação de dois fatores, logs de acesso e controle de permissões dos usuários.
Equipe de clínica odontológica analisa gráficos de dados em tela, simbolizando segurança na migração de dados

Uma pesquisa da Revista Brasileira de Saúde Ocupacional reforça que descuidos em processos de migração podem impactar o bem-estar de toda a equipe, inclusive gerando sobrecarga e insegurança. Por isso, sistemas como o IZI Soft investem em protocolos claros e documentação detalhada durante todo o processo.

Segurança da informação começa no planejamento.

O que perguntar ao fornecedor antes de migrar?

Por fim, organizei uma pequena checklist que sempre recorro para evitar arrependimentos. Anote o que pergunto:

  • Quais etapas do processo de migração são apoiadas pelo fornecedor? Inclui importação de todos os tipos de dados?
  • Existe canal rápido de suporte (WhatsApp, telefone, help desk)? Há limite de chamados?
  • Como funciona a reversão ou backup em caso de falha grave?
  • Qual a previsão de tempo para migração e qual o plano de contingência?
  • O treinamento é personalizado para minha rotina e equipe?
  • Há atualização constante de recursos e integração com WhatsApp, assinatura digital, agenda inteligente, CRM, etc?
  • Quais custos estão incluídos e quais podem surgir no futuro?

No portal de parceiros do IZI Soft, é possível conversar com clínicas que já passaram pelo processo de migração e aprender com experiências reais.

Uma boa escolha começa pelas perguntas certas.

Conclusão

Trocar de sistema odontológico não é só apertar o botão de atualizar. Exige pesquisa, perguntas bem-feitas e parceiros confiáveis. Com um pouco de preparação, a transição traz vantagens para a rotina da clínica, reduz papeladas e libera tempo para o que realmente importa: cuidar do paciente.

No meu caso, migrar para uma plataforma como o IZI Soft simplificou tarefas e trouxe segurança para pensar no crescimento do consultório. O momento certo de migrar é aquele quando você percebe que o sistema antigo trava seu crescimento. E se você quer conhecer uma solução feita para dentistas, simples e descomplicada, recomendo visitar o site IZI Soft e conversar diretamente com quem entende sua rotina.

Perguntas frequentes

Como escolher um novo sistema odontológico?

Escolher um novo sistema odontológico depende de entender suas necessidades e questionar o fornecedor sobre recursos, custos totais, suporte e facilidade de adaptação. Teste funcionalidades, procure depoimentos de outros usuários (como no portal de parceiros do IZI Soft) e peça demonstração personalizada antes de fechar contrato.

Quanto tempo leva para migrar dados?

O tempo varia de acordo com o volume e complexidade dos dados, mas clínicas pequenas costumam migrar entre três a cinco dias. Grandes bancos de dados podem demandar até duas semanas, especialmente se a equipe precisar de treinamentos específicos.

É seguro trocar de sistema odontológico?

Sim, se o processo seguir protocolos rígidos de backup, validação e criptografia dos dados, o risco é mínimo. Peça treinamento detalhado e documentação do processo. Plataformas como o IZI Soft prezam pela integridade e segurança das informações clínicas.

Vale a pena investir em um novo sistema?

Sim. Um sistema moderno economiza tempo, reduz erros, automatiza tarefas e libera recursos para focar no paciente. O retorno costuma vir no aumento do faturamento e na satisfação da equipe e dos pacientes, principalmente quando o sistema traz recursos como CRM, agenda inteligente e integração digital.

O que devo considerar na troca de sistema?

Avalie se o novo sistema resolve as dores da sua clínica, garante segurança de dados, inclui suporte ágil e tem custos transparentes. Analise planos de migração, política de resgate de dados e se há treinamento suficiente para toda a equipe. A troca traz resultados positivos quando bem planejada e assistida.

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João Riesgo

Sobre o Autor

João Riesgo

João Riesgo é cirurgião-dentista há mais de 7 anos, proprietário de clínica odontológica e cofundador do IZI Soft. Ao longo da carreira, desenvolveu um forte interesse pela gestão de clínicas, o que o levou a investir em cursos e formações na área. Com um olhar atento às principais dores da rotina odontológica, fundou o IZI Soft em 2020 ao lado de seu sócio, com o propósito de democratizar a gestão odontológica por meio de uma plataforma intuitiva, simples e automatizada, que facilita o dia a dia de clínicas e consultórios. Sua missão é ajudar dentistas a assumirem o controle da sua clínica com mais clareza, segurança e leveza — através de uma plataforma intuitiva, suporte próximo e ferramentas que realmente fazem a diferença na rotina.

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